
"A gente não perde tempo na vida;
o que se perde é a vida, ao perder-se tempo ."
Provérbio árabe
Habitualmente utilizada em casamentos, nesta dança tradicional egípcia a bailarina equilibra um candelabro com as velas acesas sobre a cabeça e segue em frente ao cortejo dos noivos, iluminando o caminho do casal. Nesta dança, utiliza-se preferencialmente uma música lenta, para acompanhar a delicadeza dos movimentos associados a este instrumento. Dança associada ao elemento Fogo e às Deusas Héstia e Nut.
Conta a lenda que o beduíno árabe, que vivia no
deserto, pediu a Alah um companheiro para dividir os
dias longos e as noites frias do deserto.
Alah compreendeu o anseio desse homem solitário e
resolveu dar vida a um ser, símbolo da criação.
Ordenou que se imprimissem numa única criatura, olhos
tão potentes quanto os da águia, faro tão sensível
quanto o do lobo, a velocidade da pantera e a
resistência do camelo.
Acrescentou ainda a coragem do leão, a memória
privilegiada do falcão, a elegância do andar da corsa
e a fidelidade do cão.
Alah chamou o Vento Sul e ordenou que ele soprasse
sobre um punhado de areia que estava em suas mãos.
Surgiu, então, o Cavalo Árabe para que Alah fosse
sempre louvado.